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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Um cavalo com uma tornozeleira eletrônica foi flagrado no Jardim Ibirapuera, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, na manhã desta quinta feira (28). A polícia acredita que algum preso do regime aberto retirou o equipamento e colocou no animal para enganar o sistema de monitoramento.
Segundo os moradores, o animal estava abandonado e vagando pelas ruas do bairro há alguns dias. A polícia ainda não tem informações sobre o dono.
Em nota, “a Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária informa que foi notificada e está investigando o caso junto com equipes do Departamento Penitenciário do Paraná e da Polícia Militar. 
Sobre a tornozeleira em questão, trata-se de um equipamento que foi desativado em fevereiro deste ano e, por conta da falta de bateria, a Secretaria não conseguiu apreender o aparelho. Sobre o detento, ele perdeu o benefício e cumpre pena em regime semiaberto.
Informamos que atualmente são 397 monitorados por tornozeleiras eletrônicas em Ponta Grossa.
Ressaltamos que os indivíduos são monitorados 24 horas por dia por agentes penitenciários capacitados que atuam na Central de Monitoramento do Depen e também no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), da Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária.
O indivíduo que recebe o benefício da tornozeleira eletrônica é monitorado dia e noite e não pode tirar o equipamento para dormir e nem para tomar banho. Tampouco pode ultrapassar uma área restrita determinada pela Justiça – caso o faça, o dispositivo com tecnologia GPS vibra, emite sons de alerta e comunica a violação à central de monitoramento.
Todas as vezes em que há rompimento do lacre da tornozeleira ou desligamento (seja provocado ou por falta de bateria) um sinal é acionado no Centro Integrado. Os agentes entram em contato com o monitorado para que o equipamento seja corretamente usado. Caso seja caracterizado alguma violação das condições impostas, o Depen comunica imediatamente o Judiciário, um novo mandado de prisão é expedido e os detentos perdem o benefício e regridem no regime prisional.”
 
Fonte: Massa News /rede sul


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