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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017



As estradas federais do Paraná tiveram mais acidentes graves e mais mortes em 2016 do que em 2015. Em números absolutos, de acordo com dados compilados pela Polícia Rodoviária Federal a pedido da Gazeta do Povo, as campeãs de acidentes e mortes em 2016 foram a BR-277 e a BR-376. A maioria dos acidentes fatais ocorreu em pista seca (76%) e em trechos retos das rodovias (71%), onde, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os motoristas costumam imprimir mais velocidade.
Mas em relação à extensão, a BR-116 foi a mais perigosa. A ligação entre São Paulo e Curitiba teve 597 acidentes (entre leves e graves) e 22 mortos a cada 100 quilômetros durante todo o ano passado - a maior proporção de acidentes e a segunda de vítimas fatais.
Em números absolutos, as três estradas federais do estado com mais vítimas fatais concentraram 65% de todos os acidentes graves registrados nos trechos sob fiscalização da PRF no Paraná - 1.423 de 2.355 acidentes. Esses 1.423 acidentes resultaram em 174 mortes na BR-277, 139 na BR-376 e 69 na BR-369.
Mas a comparação desses dados com a extensão dessas rodovias mostra que a BR-116, conhecida por Régis Bittencourt, foi a mais perigosa para os motoristas em 2016.
A ligação entre São Paulo e Curitiba é apenas a oitava mais extensa da lista dos trechos federais do Paraná, mas teve 597 acidentes por 100 quilômetros - 32% a mais do que a segunda colocada nessa lista.
Seguindo essa mesma lógica, esse trecho teve com 22 óbitos a cada 100 Km (53 no total) - apenas um a menos do que a proporção da BR-376, a primeira nessa lista. Conhecida como “Rodovia da Morte”, a Régis Bittencourt ainda tem trechos de pista simples, inclusive na região de serra, e convive com obras de duplicação.
Em outro extremo aparece o trecho paranaense da BR-153, a chamada Rodovia Transbrasiliana. Terceiro trecho mais extenso entre as rodovias federais que cortam o estado, ela teve oito óbitos a cada 100 Km - a quinta com menos mortes. O total de acidentes registrado na rodovia que começa em Jacarezinho, no Norte Pioneiro, e termina em General Carneiro, no Sul, é de 467 - quase três vezes menos do que o número da BR-116.
Segundo a PRF, o principal motivo por trás dos acidentes fatais é a falta de atenção. Dos 652 óbitos registrados em 2016, 30,8% ocorreram por esse motivo. Aparecem na sequência do relatório da polícia o excesso de velocidade (21,9%); ingestão de álcool (15,6%); desobediência à sinalização (10%); ultrapassagens indevidas (9,3%); e sono (6,7%).

Condições favoráveis

A maioria dos acidentes fatais em 2016 ocorreu em pista seca (76%) e em trechos retos das rodovias (71%). Segundo Fernando Oliveira, do Núcleo de Comunicação Social da PRF, isso ocorre porque os motoristas costumam imprimir mais velocidade nessas condições.
“Em pista molhada, geralmente há mais acidentes. Mas não necessariamente eles provocam mais mortes. O motorista acaba desenvolvendo velocidades maiores com o tempo bom, boa iluminação e trecho de reta. Chegamos a registrar colisões frontais no trecho da BR-277 que mureta central porque os veículos decolaram, tamanha a velocidade. Pista seca não é sinônimo de mais segurança com motoristas imprudentes”, disse Oliveira.

Cadeirinha

Dos 652 óbitos registrados nas estradas federais do Paraná, 1,8% foram com crianças entre 0 e 9. A PRF chamou a atenção para esse dado porque, somente no ano passado, aplicou 1.301 multas a motoristas que transportavam crianças sem o assento adequado (o uso de assentos como cadeirinha, assento elevação e bebê-conforto vai de 0 a 7 anos e meio).
“No último dia 14, uma criança de quatro meses acabou morrendo em um capotamento em Laranjeiras do Sul porque a mãe estava a amamentando no momento do acidente”, contou Oliveira. Os demais ocupantes do carro saíram com ferimentos leves, de acordo com a PRF.

Atenção redobrada

Balanço da PRF aponta que 2016 foi mais violento nas rodovias que cortam o PR do que 2015. Veja a concentração de acidentes:

Fonte:GazetaDoPovo


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