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quarta-feira, 16 de novembro de 2016



Guarapuava - "Ontem eu estava saindo de casa, vestindo um shorts e uma blusinha. Quando cheguei na outra quadra tinha um homem (se é que aquilo pode ser chamado de homem) do outro lado da rua, em uma cadeira de rodas, que começou a me perguntar onde eu estava indo. Ele começou a me assediar posso dizer que brutalmente, sim brutalmente. Me desculpem as palavras, mas quero que vocês tenham uma noção do que passei ontem, (posso dizer que foi um dos piores dias da minha vida). Ele falava que eu era uma vadia, que ia acabar comigo. Daí pra cima. Eu imagino que seja ruim ler essas palavras, então imaginem como eu me senti. É lógico que ele não poderia fazer muita coisa numa cadeiras de rodas, mas a questão é que NÃO É SÓ O ATO SEXUAL FORÇADO QUE MACHUCA, PALAVRAS TAMBÉM. As palavras dele me atingiram de uma forma que eu só conseguia chorar muito”. O trecho é de um relato publicado em uma rede social nessa terça (15).
A publicação teve vários comentários de outras mulheres contando que passaram pela mesma situação que a vítima. O relato deixa claro que as redes sociais são uma das formas que as vítimas de assédio encontram para denunciar o problema, além de trocar e compartilhar informações sobre as mesma situações. Porém, quem sofre assédio e denuncia, raramente vê esses casos resultarem em punição aos assediadores. Nas redes sociais, as vítimas cobram das autoridades alguma atitude para combater o machismo e, principalmente, alguma punição ao homem denunciado. “Já foi preso até por tráfico e tá na rua, não fica preso”, reclama um leitor.
“Minha amiga já foi roubada por esse cara. Ele já foi preso, mas infelizmente para a Justiça ele não oferece risco para a sociedade. Me sinto indignada com atos como esse...”, complementa outra pessoa.
Em outro relato, a vítima confirma o que a moça conta sobre o homem. “Já passei por isso também! A mesma história! É a pior coisa do mundo! Alguém tem que fazer alguma coisa e prender esse nojento! Isso é assédio e independente da cadeira de rodas esse "ser" deve ser preso!! Nojento!”.
“A cada dia mais medo, mais desrespeito, mais insegurança. Mais do que nunca precisamos nos unir para (re)conquistar (mais uma vez!) nossa liberdade. A cada dia aumenta o meu medo de sair de casa sozinha, "só por ser mulher". Força e coragem à todas nós!”, desabafa outra mulher em um comentário na postagem.
Esta não é a primeira vez que mulheres denunciam o mesmo homem nas redes sociais por assédio. De acordo com as vítimas, na maioria das vezes, o cadeirante está próximo ao Terminal da Fonte.  A RedeSul de Notíciaspublicou no ano passado (2015) uma matéria sobre o mesmo homem, que havia apanhado de uma moça por assédio. 

Fonte:RedeSul



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