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sexta-feira, 11 de novembro de 2016



Guarapuava - A manifestação dos professores, servidores públicos municipais e estudantes anunciada para hoje (11), tomou as ruas de Guarapuava durante a manhã dessa sexta-feira. Os protestos, que estão acontecendo em todo o Brasil, foram organizados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), em conjunto com outras centrais sindicais e diversas entidades dos movimentos sociais que compõem as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. Aqui em Guarapuava, participam APP-Sindicato, Sisppmug (Sindicato dos Servidores, Funcionários Públicos e Servidores Municipais de Guarapuava), parte dos acadêmicos da Unicentro e também parte dos estudantes secundaristas. Segundo os organizadores, os participantes somavam entre 300 e 400 pessoas.
Por volta das 9h, várias pessoas já estavam reunidas na Praça 9 de Dezembro, local marcado para a concentração. Faixas, cartazes, tambores, apitos e vozes, muitas vozes juntas. O que mais podia se ouvir era o grito contra a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 55/16 - já aprovada pela Comissão do Senado e avançando -, que limita os gastos públicos nos próximos 20 anos, podendo afetar áreas como a Educação e a Saúde. "Não tem arrego, ou tira a PEC ou eu tiro o seu sossego", "Não vai ter PEC, vai ter luta"e "Fora Temer" eram apenas algumas das palavras de ordem que ecoaram pela cidade, enquanto se dirigiam até a Prefeitura de Guarapuava, já que servidores também protestavam. Na pauta, a posição contrária ao decreto municipal 5656, que limita o exercício financeiro e suspende o reajuste salarial, a adequação de remuneração, a alteração de estrutura de carreira, a contratação de horas extras e de novos estagiários, entre outras questões.
Chegando ao Paço, os manifestantes se posicionaram em frente ao prédio, enquanto as portas eram fechadas e trancadas para impedir a entrada dos mesmos. Mas, alguém cedeu e a ordem foi para que as portas fossem abertas. "Guarapuava também manda o recado", dizia um dos líderes da passeata de cima do caminhão de som. Os manifestantes então tomaram a praça interna da prefeitura por cerca de 15 minutos, chamando inclusive, pelo prefeito Cesar Silvestri, que não estava presente.
Em seguida, segundo a organização, os manifestantes seguiriam até o Núcleo Regional de Educação para depois retornarem à Praça 9 de Dezembro, no Centro da cidade.

Fonte:RedeSul



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