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quarta-feira, 30 de novembro de 2016



Imbituva - O crime bárbaro que ocorreu na madrugada dessa segunda feira (28), em que uma adolescente de 14 anos matou a mãe, em Imbituva, teve novas revelações. Em depoimento que durou algumas horas para a Polícia Civil, a jovem confessou o crime e apontou um rapaz de 19 anos como envolvido no caso, que negou a participação. Segundo o delegado Guilherme Luiz Dias há o envolvimento de uma terceira pessoa: outra adolescente, menor de idade, que será ouvida. Todos faziam parte do mesmo grupo do Whatsapp.
O delegado explica que a relação entre a mãe e filha mudou com a morte do pai da jovem, em março deste ano. O objetivo inicial da adolescente era fazer viagens para o parque temático Beto Carreiro e a praia de Balneário Camboriú, ambos em Santa Catarina, e para visitar um namorado virtual em São Paulo. Contudo, faltava dinheiro. A solução: o cartão de crédito da mãe. O pedido foi negado.
Foi então que a jovem criou um grupo do Whatsapp, com os outros dois suspeitos. “Ela confidenciou para uma amiga sobre o que estava planejando. No grupo, ela deu a ideia de matar a própria mãe. Os outros membros aceitaram a ideia e, por algum tempo, ficaram planejando como seria a morte”, explica o delegado Guilherme.
Envenenamento e utilização de uma arma de fogo foram cogitados. Contudo, a inspiração para o esfaqueamento veio através dos filmes, conforme o depoimento apontado por Guilherme. “A adolescente viu, pelos filmes, que esfaqueamento seria rápido. Só que não foi: ela deu o primeiro golpe no pescoço. A mãe tentou lutar pela vida, mas em sequência vieram outras facadas”.
O delegado comenta que o horário da morte não era premeditado, mas que a jovem passava as madrugadas nas redes sociais, onde tinha uma ‘vida virtual’ agitada, com cinco mil contatos apenas no Facebook. “Ela estava conversando com um namorado virtual, quando disse que já voltava. Foi próximo às 4h30, mas não era planejado (o horário)”.
TENTATIVA DE HOMICÍDIO CONTRA A IRMÃ
A jovem pretendia matar, ainda, a irmã mais velha que morava na casa ao lado. Guilherme explica que ciúmes seria uma das motivações. “A mãe era mais apegada à irmã. Como ela acreditava que as mortes por esfaqueamento eram rápidas, ela depôs que iria chamar a irmã dizendo que a mãe estava passando mal e iria matá-la também”.
Os gritos da mãe, que lutava pela vida, chamaram a atenção dos vizinhos, o que impediu a jovem executar o crime contra a própria irmã. 
“PRAZER E MEDO”
O intrigante é que, durante o depoimento, questionada sobre o que sentiu na hora que esfaqueava a mãe, a jovem descreveu uma sensação de “prazer e medo”. Segundo a jovem, ela tinha muita curiosidade em saber como seria matar alguém. A Polícia Civil segue conduzindo as investigações.

Fonte:RedeSul


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