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segunda-feira, 10 de outubro de 2016



Paraná poderá apresentar dias mais secos e mais quentes nos próximos 25 anos, de acordo com pesquisa coordenada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). De acordo com as projeções, a região nordeste do estado poderá ter um aumento de até 5,6°C na temperatura e uma diminuição de 18% no volume de chuvas. Os dados são de um estudo inédito, que avaliou a vulnerabilidade dos 399 municípios paranaenses à mudança do clima. O levantamento faz parte do projeto Vulnerabilidade à Mudança do Clima, feito em parceria com o Ministério do Meio Ambiente.
Em Curitiba e região metropolitana, a temperatura poderá aumentar mais de 3°C no período de 2041 a 2070. Essa elevação também ocorrerá no número de dias seguidos sem chuva, que pode chegar até 30%. No entanto, a precipitação se mantém quase a mesma se comparada com a atualidade, apresentando um aumento de até 2%. Esse cenário ocorre por causa da concentração do volume de chuvas em espaços curtos de tempo, possibilitando o aumento de eventos extremos de origem meteorológica e doenças associadas ao clima.
No Norte do estado, o cenário será de mais calor e menos chuvas: a temperatura vai aumentar até 5ºC nos próximos 25 anos. Em municípios como Jardim Olinda, São João do Caiuá e Alvorada do Sul essa elevação pode chegar a 5,6°C em relação ao período atual.
Esta será a região mais impactada pela diminuição no volume de chuvas. Os destaques são os municípios de Alvorada do Sul com uma redução de 17% e Porecatu com uma queda de 18% para os períodos de estiagem. A situação é diferente nas regiões sul e sudeste do estado, onde poderá ocorrer um aumento na precipitação. Por exemplo, a cidade de General Carneiro poderá ter 20% de acréscimo na pluviosidade e Palmas poderá ter 18%.
Segundo as projeções feitas, a região sudeste do estado poderá ser a mais afetada em relação ao número de dias secos consecutivos no ano, índice chamado de CDD. As cidades de Pontal do Paraná e Matinhos, por exemplo, apresentaram os CDDs mais elevados, com um aumento de dias seguidos sem chuva de até 43% e 40%, respectivamente.
Para o coordenador do projeto, Ulisses Confalonieri, a pesquisa desenvolvida será muito útil para a administração estadual. “Por meio do estudo e da criação de uma ferramenta, um software, gestores poderão identificar quais cidades estarão mais e menos vulnerável às alterações do clima e as mais aptas a se recuperarem de possíveis impactos climáticos”, avaliou o pesquisador.
Fonte:BandaB


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