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quinta-feira, 6 de outubro de 2016



A reunião entre os bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou números positivos para a categoria. A orientação do Comando Nacional dos Bancários é que seja aprovada a nova proposta do setor patronal e, com isso, a greve seja encerrada, com 31 dias de paralisação. Os bancos podem voltar a funcionar já nesta sexta (6), com normalização total na segunda-feira (10). Porém, tudo depende das assembleias que ocorrem em todo o país hoje.
O diretor de imprensa do Sindicato doa Bancários de Curitiba e região metropolitana de Curitiba Genésio Cardoso afirmou que a assembleia deve decidir pela continuação ou não da greve. “A partir das 17 horas de hoje vamos avaliar essa nova proposta, que já está sendo debatida desde a madrugada. O Comando orientou para que seja aceita a proposta, mas a assembleia tem sempre a palavra final. A tendência é aceitar, mas a assembleia é soberana, já tivemos situações em que a assembleia rejeitou mesmo com orientação do Comando”, descreveu.
Em Curitiba, a assembleia que reúne os bancários e vai decidir sobre a continuidade da greve está marcada para esta quinta, às 17 horas, no Espaço Cultural e Esportivo da categoria, no Rebouças.
A negociação dessa quarta-feira (5), em São Paulo, apresentou reajuste de 8% nos salários, mais abono de R$ 3.500, a ser pago em até 10 dias após assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). “Não é aquilo que a gente esperava, poderia melhorar mais, tendo em vista a lucratividade das empresas, os R$ 30 bilhões que lucraram nesse ano e os sete mil trabalhadores que foram demitidos”, opinou.
A proposta para 2016 prevê ainda reajuste de 15% no vale-alimentação e de 10% no vale-refeição e no auxílio creche-babá. Licença-paternidade passaria para 20 dias. Sobre emprego, seria criado um centro de realocação e requalificação. Além disso, o acordo estaria condicionado a um reajuste, em 2017, que contemple a reposição da inflação (INPC) mais 1% de aumento real para os salários e em todas as verbas. Antes, os bancos ofereciam 0.5% de aumento real para o ano que vem.
A Fenaban também concordou em abonar todas as faltas durante a greve.
Fonte:BandaB


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