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quinta-feira, 13 de outubro de 2016



Em pronunciamento divulgado no Facebook na última terça-feira (11), o governador Beto Richa (PSDB) convidou a União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (Upes) e seu presidente, Matheus dos Santos, para dialogar sobre as ocupações das escolas em todo o estado.
O movimento começou gradualmente no dia 5, em reação às mudanças anunciadas no ensino médio, e já atinge mais de 210 colégios, segundo contagem da Upes divulgada nesta quarta-feira.
Em coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira (12), em Curitiba, Matheus Santos explicou que o convite não será aceito prontamente. Todos os alunos que ocupam as escolas serão consultados, ainda nesta semana, por meio de assembleias nos cerca de 40 municípios onde há ocupação. “Queremos construir assembleias de maneira democrática. Tem muito estudante que nem conhece a Upes, é preciso que saibam do nosso trabalho. Não vamos responder sozinhos a esse convite”, afirmou o presidente.
A expectativa é que as consultas sejam realizadas ainda nesta semana. Serão escolhidos representantes em cada um dos municípios, que participarão de uma assembleia estadual que vai definir as bases do diálogo com o governo estadual. A ideia é exigir que Richa convoque uma conferência no Paraná que discuta as bases do ensino médio. “Nós queremos a reforma do ensino médio, não o ‘reboco’ do Temer”, diz Santos sobre a Medida Provisória 746, que apresenta as mudanças.
Os estudantes afirmam que seguirão ocupando mais escolas até que a proposta seja aceita pelo governador. “Nós queremos a retirada da Medida Provisória. Sabemos que o governo do estado tem peso no governo federal, nós somos uma das maiores economias do Brasil”, completou.

Reintegrações de posse

Os primeiros pedidos de reintegração de posse dos prédios das escolas já estão sendo feitos, em cidades como Londrina, Ponta Grossa e São José dos Pinhais e outros devem chegar até o fim da semana. Mas isso ainda não é motivo de desespero para Upes, diz o presidente. “Estamos, ao mesmo tempo, tranquilos e preocupados. Temos uma equipe de advogados acompanhando as ocupações, mas várias reintegrações já foram negadas (como foi o caso do Colégio Estadual Albino Feijó Sanches, em Londrina). O Ministério Público reconhece a legitimidade das ocupações”, afirma.
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Durante a coletiva, realizada no Colégio Cecilia Meirelles, em Curitiba, Santos chegou a dizer que conversou com o governador Beto Richa pelo telefone na segunda-feira (10). “Perguntei também para ele sobre as reintegrações de posse em Ponta Grossa e ele disse que não eram do conhecimento dele e que nenhuma escola vai ser reintegrada no estado”, contou o estudante, que afirmou ter gravado o diálogo. Na escola, cerca de 30 alunos se revezam e têm recebido doações de alimentos dos comerciantes da região. Também fazem faxina e cozinham.
A liderança também rebateu críticas do governador em entrevistas. Richa chegou a dizer que os estudantes não sabiam a razão pela qual protestavam. “Essas declarações não nos espantam, é o perfil dele.Nós não estamos a mando de movimento político nenhum, nós somos o movimento político, apartidário. São muitas linhas de pensamento, mas são estudantes que estão participando”, rebate o estudante.

Seminários

O governo estadual marcou para quinta-feira (13), Seminários sobre educação em 32 pontos do estado. A ideia é fazer a consulta popular, mas a Upes não deve participar, “nós não queremos discutir a Medida Provisória, para nós não vai ter impacto nenhum”, conta Santos.
Fonte:GazetaDoPovo


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