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terça-feira, 5 de julho de 2016



O jovem Luiz Carlos Silva, de 26 anos, morava em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, e tinha uma rotina tranquila. Afastado do trabalho de auxiliar em uma empresa, devido a uma cirurgia, ele trabalhava como autônomo, vendendo óculos e outros objetos que ia buscar em São Paulo.
Ainda com uma vida pela frente, Luiz não esperava ter a sua história em Terra definida ‘como heroica’, pelo menos não da forma que foi. Para amigos e familiares, o rapaz sempre foi um herói, por toda a dedicação que tinha pela família. Para a população, que acompanhou a tragédia na BR-277 no último domingo, Luiz, antes um entre a imensa população da Grande Curitiba, se tornou especial na correria do dia a dia, após dar a vida pela filha e também tentar salvar a mulher, Carolina Grassman, de 22 anos.
Nas últimas semanas, o casal morto no acidente vivia um momento especial com o nascimento de Maria Fernanda, de 18 dias. Na sexta-feira, antes de viajar para Morretes ao lado da esposa, sogra e filha, Luiz Carlos fez uma visita ao pai, José Silva, de 56 anos. “Antes de descer, o Luiz passou na minha casa e eu pedi para ele não viajar. Ele disse: ‘tenho que levar a minha sogra e não tem como não ir’. Parecia que eu estava prevendo alguma coisa, tanto que falei para ele ir pela Estrada da Graciosa porque na 277 tem muitas carretas”, disse em entrevista exclusiva ao radialista Geovane Barreiro, da Banda B.
A viagem de ida foi tranquila e o pai, dono de uma humildade perceptível, mesmo com o alerta feito na sexta, acreditava que a volta também seria. Por não ser adepto de aplicativos como WhatsApp não manteve contato com o filho no domingo. “Eu vi as imagens do acidente e fiquei impressionado. Não esperava que meu filho estivesse lá, mas depois veio a notícia e eu fiquei acabado, acabado”, contou, muito emocionado.
Sem segurar as lágrimas, o pai afirmou que testemunhas lhe relataram que o filho também tentou salvar a mulher, Carolina, que acabou sendo encontrada morta à beira da rodovia. “Ele salvou a filha e voltou resgatar a mulher, por isso ela foi encontrada da mesma forma. Depois se jogou em uma galeria achando que teria água, mas infelizmente não tinha e acabou morrendo”, lamentou.
A neta Maria Fernanda está com a sogra de Luiz, em Morretes. José contou que já teve contato com a pequena e falou sobre a sensação que sentiu ao vê-la. “É uma sensação de felicidade e tristeza. Eu estou muito abalado. Ele era um grande amigo meu, mais que um filho. O Luiz fez papel de herói e conseguiu salvar a filha. A menina não tem um arranhão, imagine o que ele fez por ela”, contou às lágrimas.
A entrevista que emocionou a redação da Banda B você poderá conferir na íntegra hoje, a partir das 15h, no Jornal da Banda B 2° Edição, com Geovane Barreiro.
Fonte:BandaB


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