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quarta-feira, 6 de julho de 2016


Luiz Carlos Silva recebeu orientação do pai para não viajar no domingo. No meio da tragédia, Luiz Carlos tomou sua última decisão: salvar a vida da filha de apenas 17 dias
O motorista do caminhão-tanque que se desgovernou sem freio na BR-277, altura de Morretes no litoral do Paraná, recebeu um alerta do painel de controle, uma luz vermelha indicando problemas mecânicos, e mesmo assim resolveu seguir viagem. Mais adiante, o veículo, carregado de etanol, bateu e explodiu, esparramando chamas sobre outros 12 automóveis e matando seis pessoas.
O pai do jovem Luiz Carlos Silva, que se tornou o "herói" do acidente ao salvar a filha de 17 dias antes de morrer em consequência do fogo que tomava conta do seu corpo, havia aconselhado o filho a não viajar naquele dia. O pai insistiu várias vezes e Luiz Carlos preferiu viajar.
Foi, também, uma vontade fora do comum de Luiz Carlos, o "pai-herói da 277", que o levou a reunir as últimas forças para salvar seu bebê recém-nascido. Com o corpo tomado pelo fogo, Luiz Carlos tirou a filha de dentro do carro e a colocou sobre um mato, para que uma pessoa que vinha em seu socorro a pegasse. Em seguida, segundo a testemunha, Luiz Carlos "explodiu em chamas".
Essas decisões mudaram para sempre a vida de famílias e servem para pensar o quanto o destino dá sinais antecipados de que alguma coisa pode acontecer.
O motorista (preso no domingo, dia do acidente, e solto na noite desta terça-feira, após a empresa, dona do caminhão, pagar uma fiança de R$ 8.800,00) disse que tinha advertido os patrões sobre o problema nos freios. Supondo-se que seja verdade, os patrões liberaram o carro. O painel avisou o conduto da falha mecânica, e ele acelerou do mesmo jeito, até perder o controle, o tanque se separar da cabine e invadir a pista contrária, "colhendo" vítimas indefesas.



O internauta Eduardo Visinoni, de Curitiba, publicou um comentário certeiro sobre o tema, intitulado "O  dedo do brasileiro". Especificamente sobre o acidente, ele discorre:
"Olhe a sua mão. Se tem um dedo de brasileiro nela, você tem um dedo em 90% das tragédias brasileiras. Ponto.
Veja o acontecido no último domingo, na Serra do Mar do Paraná. No topo da serra vinha um caminhão de alta tecnologia, projetado na Escandinávia, e fabricado com apurado controle de qualidade no Brasil. Esse tipo de caminhão 'padrão europeu' tem um sistema de diagnóstico embarcado que avalia sistematicamente as condições do veículo. Em paralelo a essa segurança, tem um sistema de navegação que localiza e monitora o veiculo na estrada e "sabe" de antemão os desafios e riscos que estão logo a frente. Ou seja, cruzando os dois sistemas, o caminhão prevê o que vai acontecer além dá curva e avisa se dá ou não para seguir bem.
Foi assim que no alto da serra acendeu uma luz vermelha no painel do bólido escandinavo. E o que fez o dedo do brasileiro? Relegou ou desativou a invenção do Sueco. Se fosse um caminhão qualquer isso já era ruim. Mas era um caminhão que transportava 40 mil litros de álcool etanol. Assim, no final da descida forte da Serra, os freios falharam e o as testemunhas que sobreviveram dizem que foi como um míssil Tomahank explodindo em cima de 12 carros e matando nas chamas 4 pessoas .

Fonte:G+Noticias


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