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sexta-feira, 24 de junho de 2016



Imagem Ilustrativa: "Estou em crise e traumatizada", descreveu a universitária
Embora a ação policial seja indispensável para a segurança dos cidadãos, só o trabalho da polícia não é suficiente e eficaz para conter a escalada de violência que se abate sobre Guarapuava. Paralelamente, é necessário realizar programas que revertam os problemas sociais, que dão origem e sustentação ao mundo do crime, na raiz onde tudo começa. Guarapuava não tem projetos sociais e a segurança pública, apesar do esforço dos policiais existentes, não tem o aparato (carros, soldados em número suficiente, armas) na proporção em que a criminalidade está crescendo no município e na região.
Nesta quinta-feira, uma universitária do Cedeteg (Unicentro) viveu na pele um assalto, o que muitos estudantes estão sofrendo nas saídas de escolas, principalmente de faculdades, à noite ou em plena luz do dia. O assalto foi próximo ao Posto Baitala, na Avenida Manoel Ribas, Conradinho.
A estudante, de identidade preservada, relatou que o assaltante era um "rapazinho de boa aparência" e levou tudo que estava com ela: "Meus livros da faculdade (Leviatã ou Matéria, Forma e Poder de um Estado Eclesiástico e Civil, de Thomas Hobbes; O que é a Fenomenologia, André Dartigues), meu caderno, RA (Registro Acadêmico), cartão de lotação". Enquanto descrevia, estava em crise de choro e traumatizada.
Mais calma, e em casa, a moça comentou, por uma rede social, que o assaltante deveria ler um dos livros que roubou, o de Thomas Hobbes, "sobre as paixões, instintos selvagens, invasão de propriedade".
Ela também manifestou um sentimento que é comum a todos em Guarapuava. "Mesmo garantindo segurança, tem que andar com grades em portões etc", disse. Uma situação de impotência, em que o cidadão se torna refém e o bandido, o liberto.

Fonte:G+Noticias


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