Visite Paranaense Humor e Noticias

BI CAMPEÃO

BI CAMPEÃO
COPA PMPR
script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js">

Colaborador

Colaborador
Vereador - Elias Rodovanski

STUDIO SOUL - ÁUDIO E VIDEO

STUDIO SOUL - ÁUDIO E VIDEO
FONE: 3036-1881 OU 9967-7134

Publicidade

MARINA BOESE SUSHI DELIVERY

MARINA BOESE SUSHI DELIVERY
30354986

terça-feira, 8 de dezembro de 2015


O fisioterapeuta foi capturado em Guarapuava e, conforme as investigações, ele se passava por médico para assinar atestados

Um médico, um fisioterapeuta e dois funcionários de hospitais de Curitiba foram presos nesta segunda-feira (7) por suspeita de participação em um esquema que fraudava o seguro obrigatório DPVAT, que é destinado às vítimas de acidente de trânsito.
As prisões são parte da segunda fase da Operação Fraus, que em novembro prendeu um policial militar, a esposa, a irmã dele e uma funcionária da empresa Prontidão, que intermediava o recebimento da indenização pelos acidentados.
O delegado Matheus Laiola, do 7.º Distrito Policial, relatou a forma como o grupo agia. “Eles abordavam as vítimas na saída do hospital e, para conseguir a documentação para o seguro, praticavam vários crimes. Dessas pessoas que prendemos, cada um tinha uma função bem específica na quadrilha”.
O médico foi preso em Ponta Grossa e a suspeita é de que, nesse esquema, ele fazia perícias mesmo sem a presença das vítimas. O fisioterapeuta foi capturado em Guarapuava e, conforme as investigações, ele se passava por médico para assinar atestados.
Os dois funcionários detidos trabalhavam em hospitais da capital e, segundo a polícia, passavam informações privilegiadas sobre as vítimas de acidentes.
“Essas quatro pessoas na época trabalhavam como freelancers na empresa Prontidão e agora estão presas para que a gente consiga dar um passo a mais para esclarecer esse esquema fraudulento”, explicou o delegado. Os nomes dos detidos não foram divulgados.
Crimes
As investigações do 7.º Distrito Policial iniciaram há oito meses e a suspeita é que o esquema funcionou por quatro anos. Segundo o delegado Matheus Laiola, a quantia obtida com a fraude ainda não foi estimada. Os suspeitos estão sendo investigados por crimes como estelionato, fraude documental e formação quadrilha.
Gazeta do Povo


Notícias de Guarapuava e Região. Contato: Email: guarapuavanonoticias@gmail.com guarapuavanonoticias@gmail.com