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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015


A Comissão Processante, instaurada para investigar uma suposta contratação da empresa de Antônio Geraldo (PT) pelo Cisgap (Consórcio Intermunicipal de Saúde – Guarapuava, Turvo, Pinhão) desenvolveu o relatório final. O documento será protocolado nesta segunda-feira (07), com destino a Mesa Diretora, para leitura em plenário e análise dos edis.
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O presidente do colegiado, vereador Cleto Tamanini (PTC), afirmou com exclusividade ao CORREIO que o petista recebeu parecer pela absolvição dos três membros. Nerci Guiné (PHS) – relatora; e Valdir Kukelcik (PPS) completam a relação de integrantes da C.P.
Após ouvir todas as testemunhas convocadas, Tamanini avaliou, de forma pessoal e sem a opinião de todo o colegiado, que está convencido de que a denúncia não procede. “Essa é a minha opinião. Desde a sabatina com o último convocado, de uma relação inicial, acreditava que não seria necessário ouvir novas lideranças”, destacou.
DENÚNCIA
De acordo com a denúncia, supostamente protocolada por Carlos Kolody (Polaco Radiadores) no dia 28 de setembro, o parlamentar petista “presta serviço, através de sua empresa ao Cisgap e a hospital que recebe benefício público, conforme documentos em anexo”. A empresa em questão seria a Barbosa & Negrão (uma sociedade com o ex-secretário de Saúde Stefan Negrão), supostamente contratada através do Extrato n° 39/2015-Cisgap.
Além disso, o ofício ainda apresenta que Polaco requereu a cadeira, caso seja comprovado às irregularidades. “Comunico também que estou protocolando a mesma denúncia junto ao Ministério Público”, lembrando que ele é o primeiro suplente de Geraldo.
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Entre as lideranças ouvidas no caso figura o ex-secretário de Saúde Stefan Negão, Eliane Dranka (atual diretora do Cisgap) e Marcia Brito (ex-diretora do Cisgap). De acordo com Tamanini, o teor da defesa apresentada foi parecido com a explanada por Geraldo, mas houve informações adicionais. “O Stefan reforçou que executa o seu padrão publico municipal na clínica da Mulher e, após o expediente, se desloca para o Cisgap, atuando de forma voluntária. Isso por três motivos: pedido do prefeito Cesar Filho, gosta do serviço e porque há uma demanda de médicos, piorando a situação nos últimos tempos”, relatou.
Negrão ainda informou que Marcia Brito “não achava justo ele trabalhar de graça e lhe falou que elaboraria um contrato para receber certa quantia pelo tempo de serviço. Este chegou a ser feito e assinado pelo Consórcio, mas Stefan se negou a receber qualquer recurso financeiro. Como esse contrato cumpriu todo o trâmite interno, ela (Marcia) afirmou que este deveria ter sido publicado, mas com a palavra: cancelado”. Vale lembrar que tal publicação ocorreu em novembro.
“Além disso, a Comissão perguntou qual é o envolvimento do vereador Geraldo na questão. O próprio Stefan apontou que ele nem sabia de nada. Já a Márcia reforçou que, nestes três anos frente ao Cisgap, apenas uma vez o encontrou por lá”, destacou Tamanini.
A quarta testemunha e, de acordo com Cleto, importante peça na resolução do caso foi Polaco Radiadores, que encaminhou expediente e um documento oficial constando sua versão. Inclusive, ele acusa um vereador de tê-lo induzido ao erro.
POLACO
O texto apresenta um teor parecido com a nota oficial da comissão provisória do PT/Guarapuava, encaminhada para esclarecer o imbróglio entre os petistas. Segundo o comunicado, Polaco não tinha a intenção de promover tal denúncia e que assinou o documento em meio a outros relacionados à filiação e desfiliação de partidos políticos. “Uma vez que vem sendo assediado para deixar o PT. Nesta ocasião, o PRB e o PMDB estiveram em sua empresa. Além disso, não tem interesse na cadeira do vereador, haja vista ter sua empresa já consolidada pelos excelentes serviços prestados”. A nota é assinada pelo presidente da legenda, Gilberto Grzeszezeszyn.
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Tamanini revelou que, segundo o texto, muitos políticos compareceram em sua firma, para efetivarem o objetivo citado. “No documento, ele citou que o vereador Jabur do Motocross e Luis Carlos Paiola (ambos do PRB) estiveram em sua empresa e os papeis assinados foram entregues por ambos. Agora, ele não soube dizer quem a protocolou na Casa de Leis”.
Inclusive, o vereador Elcio Melhem (PP) requereu, em caráter de urgência, a reativação do Conselho de Ética da Casa, pedido explanado na sessão da última terça-feira (1°). Este pode ser um indicativo de que haverá uma representação no colegiado contra Jabur, visando a investigar a afirmação de Polaco Radiadores. Ainda durante o período de convocações, os envolvidos ouviram novamente Antonio Geraldo, para uma manifestação final.
RELEMBRE
A CP foi instaurada com voto favorável de todos os vereadores presentes (Rodrigo Crema e Cosme Stimer não compareceram). Na época, Celso Costa (PPS) ressaltou que tomou conhecimento da denúncia, assim que lida no expediente, e afirmou confiar na inocência do acusado. “Queremos dar a oportunidade para que ele traga a verdade. Votarei favorável, pois temos que fazer o nosso papel dentro desta Casa. Tenho certeza que ele se defenderá e provará sua inocência”, argumentou.
Logo em seguida, Geraldo se utilizou da tribuna para enaltecer o papel dos envolvidos. “Eu não esperava menos de vocês, pois essa é uma Casa de Leis e de respeito. Caso estivesse votando, com toda a certeza falaria ‘sim’. A classe política esta jogada na vala comum, portanto é muito importante tentarmos provar aquilo que acontece”.


Fonte:JornalCorreioDoCidadão


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